domingo, 14 de junho de 2009

ALARICO

ALARICO

Germânia, Dácia e Gotilândia

Os germanos eram agricultores sem escrita. Cortavam a língua e a cabeça dos romanos, estas eram penduradas em árvores. Eram mercenários, fiés aos líderes tribais.

Sírios e celtas tinham cidades e pagavam impostos a Roma, mas os germanos tinham milhares de tribos. Elegiam líderes guerreiros, mas os matavam se exagerassem na tirania.

A 16 km do rio Reno, em São Tomé, Herman unificou os povos germânicos. Tinha um nome latino, Arminius, por que serviu no exército romano numa campanha na Ungria. Recebeu o título de epicles, equivalente a sam.

No ano 9 d.C., os romanos, que admiravam a lealdade germana aos líderes, convenciam os chefes tribais a lutarem por dinheiro, em favor de Roma, até mesmo contra os próprios germanos.

O nobre Arminius fingiu ser um servo para aprender sobre o império romano e secretamente montou um exército. Latim ele já falava. Agora, usava táticas romanas, como um pântano no campo de batalha, para cercar as legiões, acabando com um décimo do exército imperial. A fronteira do rio Reno se demarcava.

O espelho de Herman, ou Arminius, foi o general Cripitinos Várus, que era corrupto, enriquecendo a custa dos sírios. Várus crucificou 2.000 judeus.

Um neto do imperador Augusto parte 6 anos depois para se vingar, capturando a mulher e o filho de Herman e matando muitos germanos. Epicles Arminius, ou Herman, quis virar rei, e por isso foi morto pelos germanos.

Em 101 d.C., Trajano vivia um caos econômico, motivo pelo qual envia 100.000 homens, divididos em 3 legiões, para roubar o tesouro de Decébalo, em Nissare Deguetusa, destruindo o povo dácio.

A Dácia ficava onde é a Transcilvânia, do conde Drácula. Do mar Negro ao Bálcaso era chamada Deguetusa, por causa de Sales Deguetusa. Tinha encanamentos, estradas, arquitetos que faziam edifícios e carruagens, matemáticos e metalúrgicos, devido ao contato com Roma, de onde importavam vinhos e outros elementos. Dizem que o imperador Augusto prometeu sua filha a um chefe dácio.

Usando as fronteiras como desculpa, o imperador romano destruiu tudo da cultura dácia. Roma rouba 100.000 toneladas de ouro. 10.000 gladiadores lutaram entre si e contra animais para festejar a vitória.

Os dácios tinham ferro, cobre e o melhor ouro branco do mundo em suas minas, ou como eles chamavam, montanhas de metal. Decébalo, quando soube dos romanos a caminho, manda seus arquitetos desviarem o curso do rio.

Adriano cria uma fronteira romana que dura quase 200 anos.

Manda que cavem para enterrar seu grande tesouro, em seguida, o curso antigo é restaurado. Ordena a execução de todos que trabalharam na obra para que ninguém descubra o tesouro sob o rio. Todavia, entre os soldados havia um traidor, que descobriu e contou a Trajano, em troca da promessa de de ouro e de sua vida ser poupada. Mas a recompensa que o espião recebeu foi ser assassinado pela guarda real.

Em 376 d.C., uma nação inteira de godos, saída da Gotilândia, ou Suécia, no século II a.C., e atravessando a Alemanha, chega às fronteiras de Roma, mas não é aceita.

Em 378 d.C., os godos aniquilam um exército do imperador Valente e recebem terreno dentro de Roma para virarem um novo exército romano. Mais tarde, as terras lhes são tiradas pelo império.

Em 410 d.C., Alarico, o godo, foge do povo de Átila, o uno. Então, 40.000 soldados godos entram em Roma e Alarico, um dos godos nascido em Roma, portanto, um godo-romano, tenta forçar o imperador a lhe dar terras.

O césar não negocia, então, Alarico e seu povo se retiram. Os godos eram cristãos-novos. Não destruíram Roma, não estupraram ninguém nem quebraram nada. Também nada levaram, segundo a série "Os bárbaros".

AROLDO FILHO
Pacoti-Ceará
14/06/2009
4h e 45 min

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto

Aroldo Filho é Historiador, Literato, Letrista, Professor, Blogueiro, Jornalista Independente, Segurança, Vendedor, já foi Gerente de Vendas e às vezes é Humorista, também já foi Ator Amador  (Representando figuras do folclores católico, tais como Jesus Cristo, Rei-Mago Baltasar, Padre do livro "Os verdes abutres da colina" e São Vicente de Paula além de outros personagens em peças de escola).

1º Lugar em Auto de Natal no Estado do Ceará, atuando na ocasião como o Rei-Mago Baltasar em 2004.

Criador, Idealizador e Presidente do Jornal Delfos-CE (desde 2007).

Criador e Idealizador da Associação Cultural SEMPRE-Segmento dos Estudiosos da Memória e Patrimônio Regional da Serra de Baturité (2008). 

Criador e Idealizador do 1° Arquivo Público do Interior do Nordeste (2009).

2° e 4° lugares,consecutivamente, no 1° e 2° concursos de poesia da comunidade do Orkut "Vamos Escrever um livro?"(2009 e 2010).

Criador da exposição histórica: "PACOTI: UMA HISTÓRIA EM DOCUMENTOS", aprovado pelo Banco do Nordeste (2010). 

Formou-se em Licenciatura Plena em História (2010).

Sócio do Instituto Desenvolver (2011).

Trabalhou para o Governo do Estado do Ceará como pesquisador no Porto do Pecém (2011). 

Ministrou aulas de História, Geografia, Arte, Religião e Ciências em Pacoti e em Guaramiranga, no Colégio São Luís, na Escola Menezes Pimentel, na Escola Linha da Serra e na Escola Monteiro Lobato (entre 2008 a 2017).

2° Lugar em concurso de pensamento na comunidade "Grupo de Poesia" no Facebook (2012).

Participa como um dos autores dos e-books "Por onde andei?" e "Quem sou?" realizados pelo Balcão de Poemas, edição de Wasil Sacharuck.

Publica entrevistas, notícias, contos, crônicas, poesias, fábulas, romances, artigos, peça teatral e letra de música em 32 blogs desde 2005.

Recebeu a Comenda Domitila por Mérito Literário, da SECULDT-Secretaria de Cultura, Turismo e Desporto de Pacoti (2016).

Passou na seleção para o livro "Prêmio Literário Nacional Concurso Novos Poetas", da Editora "Vivara", 250 poetas escolhidos dentre 2.370 inscritos no país. (2016).

Concluiu Pós-Graduação em Gestão Escolar (2016)

Passou novamente na seleção para o livro "Prêmio Literário Nacional Concurso Novos Poetas", da Editora "Vivara", 250 poetas escolhidos dentre 3.207 inscritos no país. (2017).